Encontro Nacional de Ensino

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I Encontro Nacional de Ensino e Pesquisa do Campo De Públicas

Democracia e República: desafios governamentais e da esfera pública no séc. XXI

O Estado brasileiro confronta-se, neste início de século, com extraordinários desafios. De um lado, é herdeiro de séculos de patrimonialismo, clientelismo e múltiplas formas de apropriação privada dos recursos públicos, materiais e imateriais, contribuindo para reproduzir e ampliar desigualdades na repartição da riqueza social e dos meios de exercício do poder. De outro lado, defronta-se com novos e intensos ataques a conquistas que marcaram o processo de transição democrática e da própria consolidação democrática subsequente, e que afirmaram um conjunto de direitos econômicos, sociais, culturais e participativos ainda não plenamente realizados. Leia mais

Sim, a crise também é econômica

Jorge Arbache - 04/03/2015

Que o Brasil está passando por uma grave crise, disso poucos duvidam. As discordâncias começam quando procuramos entender a sua natureza. Para muitos políticos e analistas, a crise é, sobretudo, política. De uma forma tácita ou expressa, a economia requer mais ajustes que reformas para voltar aos trilhos e recuperar a confiança dos investidores, minimizam eles.

Esta percepção de que os nossos problemas econômicos seriam pontuais e passageiros parece ter sido influenciada pelas condições econômicas e sociais de anos recentes. De fato, a década de 2000 foi abundante de boas notícias externas - os preços das commodities dispararam, aumentou significativamente o nosso acesso ao mercado de crédito internacional e recebemos muito mais investimentos estrangeiros diretos. No plano interno, introduziram-se políticas de aumento do salário mínimo real, de ampliação dos programas sociais e de expansão do crédito interno e dos gastos públicos.

No topo daquele ambiente econômico foram acrescentados os impactos da maturação da transformação demográfica no mercado de trabalho pelas vias da rápida desaceleração da taxa de crescimento da população em idade ativa. Leia mais

Tese defendida na Face ganha prêmio Celso Furtado

A pesquisadora Márcia Cristina Silva Paixão foi um dos destaques da última edição do Prêmio Celso Furtado de Desenvolvimento Regional. Doutora pelo programa de pós-graduação da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de Brasília (Face), Márcia ficou com o segundo lugar na categoria tese.

A cerimônia para entrega das homenagens está marcada para o mês de março. A cientista receberá o diploma de reconhecimento de mérito e o valor de R$ 25 mil. A tese foi orientada pelo professor Jorge Madeira Nogueira, do Departamento de Economia.

“Este é, sem dúvidas, um prêmio muito especial para mim: por ser o primeiro que recebo, por ter sido concedido ao trabalho mais relevante da minha produção até o momento e, em especial, por levar o nome do consagrado economista Celso Furtado”, comemora Márcia. Leia mais

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